vamos homenagear os cientistas do nosso país

Você sabia que no também somos cheio de cientistas que se dedicam à física?
Temos fisicos desde o Sul até o Norte na maiori das vezes eles são reconhecidos lá fora mas não no Brasil, precisamos aprender a reconhecer nossos profissionais e pra começar conheça algum deles:

MARCELO GLEISER





é um físico, astrônomo, professor, escritor e roteirista. Conhecido nos EUA por seus lecionamentos e pesquisas científicas, no Brasil é mais popular por suas colunas de divulgação científica na Folha de S.Paulo, um dos principais jornais do país. Escreveu sete livros e publicou três coletâneas de artigos. Já participou de programas de televisão do Brasil, dos EUA e da Inglaterra, entre eles, Fantástico. Em 2007, foi eleito membro da Academia Brasileira de Filosofia.

Marcelo Gleiser, além de dar aulas na universidade, realiza palestras e também leciona em cruzeiros com caçadores de eclipses. Já viajou de Zanzibar a Madagáscar e pelo Mar Negro. Nessas viagens aproveita para praticar mergulho.

Possui como hobby a pesca com isca artificial (fly fishing), que pratica na cidade onde mora, Hanover. Lá, além da pesca, gosta de praticar alpinismo. Mantém amizade com o escritor estadunidense Oliver Sacks, a quem faz visitas em Nova Iorque. Também é amigo de Roald Hoffmann, ganhador do prêmio Nobel de Química de 1981. Roald já desfilou com Gleiser pela escola de samba Unidos da Tijuca vestidos de Santos Dumont, no carnaval de 2004.

Vive com a família no estado de New Hampshire, nos EUA.

HERCH MOYSÉS NUSSENZVEIG



Herch Moysés Nussenzveig, físico graduado pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduado pelas universidades de Birmingham (Inglaterra), de Zurique (Suíça), de Utrecht e de Eindhoven (Holanda), participou dos grandes debates da física ao longo da segunda metade do século XX no Brasil e no mundo.

Além de sua produção científica, na qual alcançou resultados relevantes no âmbito da física teórica, teve papel importante também nas lutas que envolveram a democratização e o desenvolvimento da sociedade brasileira, como o combate à ditadura militar, a defesa de políticas públicas consistentes na área da ciência e tecnologia, a defesa do uso da energia nuclear para fins pacíficos.

Tendo sido professor das universidades de Nova York e de Rochester e do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, entre outras instituições, trabalhou e conviveu com muitos dos grandes nomes da física contemporânea mundial, como Robert Oppenheimer e Rudolf Peierls.

De volta ao Brasil, criou o Departamento de Física Matemática da USP, bem como o Laboratório de Pinças Óticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sendo o ensino um de seus interesses, realizou diversas ações e elaborou vários projetos visando à melhoria da qualidade dos cursos de física no Brasil.

Atualmente é professor emérito da UFRJ e pesquisador emérito do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF). Dentre os diversos prêmios, títulos e homenagens que recebeu ao longo de sua carreira, destacam-se o Prêmio Max Born, conferido pela Optical Society of America em 1986, e a Cátedra Moysés Nussenzveig de Mecânica Estatística, instituída pela Universidade de Tel Aviv em 1993.

CÉSAR LATTES



Lattes nasceu em uma família de judeus italianos imigrantes em Curitiba, estado do Paraná no Sul do Brasil. Fez os seus primeiros estudos naquela cidade e em São Paulo, vindo a graduar-se na Universidade de São Paulo, formando-se em 1943, em Matemática e Física.

Lattes aposentou-se em 1986, quando recebeu o título de doutor honoris causa e professor emérito pela Universidade de Campinas. Mesmo aposentado ele continuou a viver em uma casa no subúrbio próxima ao campus da universidade. Ele morreu de ataque cardíaco em Março de 2005.

Lattes é um dos mais distintos e condecorados físicos brasileiros, e seu trabalho foi fundamental no desenvolvimento da física atômica. Ele também foi um grande líder científico dos Físicos Brasileiros e foi uma das principais personalidades por trás da criação de várias instituições importantes como Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ele figura como um dos poucos brasileiros na Biographical Encyclopedia of Science and Technology de Isaac Asimov, como também na Enciclopédia Britânica. Embora tenha sido o principal pesquisador e primeiro autor do histórico artigo da Nature descrevendo méson pi, Cecil Powell foi o único agraciado com o Prémio Nobel de Física em 1950 pelo "seu desenvolvimento de um método fotográfico de estudo dos processos nucleares e sua descoberta que levou ao descobrimento dos mésons". A razão para esta aparente negligência é que a política do Comitê do Nobel até 1960 era dar o prêmio para o líder do grupo de pesquisa, somente. O brasileiro, no entanto, nunca foi contemplado. No museu de Niels Bohr, em Copenhague, Dinamarca, há uma carta em que está escrito "Por que César Lattes não ganhou o Prêmio Nobel - abrir 50 anos depois da minha morte". Como Bohr morreu em 1962, somente em 2012 saberemos a resposta do enigma.

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CONHEÇA OUTROS FÍSICOS BRASILEIROS:

* S. Caticha Ellis
* Adauto Lourenço
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REFERÊNCIAS

http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:F%C3%ADsicos_do_Brasil
http://www.ifsc.usp.br/~reginaldo/Sem2/Brasil/image001.jpg
http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-67252008000500013&script=sci_arttext

FUTURA FÍSICA BRASILEIRA:

ANA CAROLINA MATTIUCI

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NÃO É PIADA É SONHO

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